quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Amor e Amar (poesia)
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Devaneio sobre Inspiração
Mas a falta de ideias, e mais recentemente a falta de tempo, me impediram de escrever mais. Eu lembro que muitas coisas me inspiravam com o professores que trazia boas discussões e um filme ou alguma observação feita sobre o dia-a-dia.
Ontem, enquanto a minha consciência me avisava que era 1h (1h30, 2:20, 2:40, 3:00) da manhã que já tava na hora de dormir, eu me perdi vendo novidades no Blogger e foi dormir com ideias pra assunto pra um post.
Já aconteceu isso contigo? As minhas ideias tem essa mania, só brotam quando é tarde e eu já to deitada. É sério! Uma vez eu acordei, ou melhor, me levantei pra escrever porque a ideia parecei muito boa e se eu não escrevesse logo eu jamais escreveria - pelo menos daquele jeito bonito como as palavras vinham.
Hoje eu entendo que o capitalismo é quase um destruidor de artista. Não que eu realmente chegue a um nível de artista com as minhas baboseiras aqui. Mas vai que se eu tivesse algum guia eu pudesse me transformar em um? Enfim, esse ritmo de trabalho, escola e vida realmente não permite que você crie muitas coisas. Uma ou outra vez eu tive vontade de fazer uma poesia, escrever aqui no blog ou escrever alguma coisa, mas a falta de tempo, cansaço e o ambiente impróprio levaram a minha inspiração embora.
Quando eu tinha 15 anos eu escrevi muitos poemas. Provavelmente já comentei isso aqui antes. Nossa a sala de aula do ensino médio era tão inspiradora que chega ser engraçado lembrar. Guardo até hoje minhas folhas de fichário amassadas com poemas feitos na sala. Foi um ano muito inspirador.Inclusive muitos dos poemas que eu coloquei aqui são daquela época. Por exemplo Dança [poesia] que eu descobri ser uma das páginas mais visitadas (!) é de Junho de 2005. Outra poesia que eu gosto muito é Quantas Vezes e Risos.
Enfim, saudade de escrever como naquela época. Hoje parece tão surreal que eu não consiga mais escrever assim. E não tenho assunto. Se forçar parece que não fica bom. Sei lá. A sala e o ambiente da faculdade não são inspiradores pra escrita. É tudo muito mais sério. Na verdade eu passei a desenhar rsrs. Mudei de arte. Eu tenho um bloquinho quase completo de desenhos. Algumas reais tentativas de desenhos e outros rabiscos. Meus desenhos não são realmente desenhos, são só tentativas. Sabe? Desenhos de sala de aula.
Nhaa. Chega. Já perdeu o foco.
Ilha da Tristeza
domingo, 15 de agosto de 2010
Bateu uma saudade...
Bateu uma saudade...
Saudade de uma vida que eu ainda nao tive
Saudade de ter certeza de quem sou
Saudade de ir aonde ainda nao fui
Saudade da familia que terei
Tive vontade de desbravar o mar e esquecer que o mundo é capitalista
Apenas ve-lo como ele deve ser
Vontade de voltar nos melhores lugares
Saudade de viajar pelas trilhas que nao conheço
Vontade de sair sem rumo e só voltar quem a saudade bater e o novo me cansar.
Que vontade de não ter rotina!
Sabe, cansei. Queria mudar tanta coisa queria apenas fazer diferente
Queria trocar as coisas de lado,
largar o que nao me interessa e ainda montar um horario com tudo que me interessa.
Queria dançar
Queria aprender alemão e japones
Queria ver como é o por do sol na Grecia
Dar uma volta de barco e esquiar na montanha
Passar um dia curtindo o frio em casa,
Mas depois sair e só voltar no dia seguinte
Entre tantas saudades, vontades e desejos eu estou aqui, apenas escrevendo, me enterrando no fracasso de um desejo, agoniada de saudade de um futuro que ainda nao é meu e empregnando o ambiente con tantas vontades.
Quer saber, preciso de musicas novas
domingo, 6 de dezembro de 2009
Onde está você (poema)
Minha mãe achou esse poema hoje arrumando alguns papeis. Eu nem lembrava dele. É muito interessante ler essas coisas que escrevemos anos atrás e nem lembramos mais. Aprovei e resolvi postá-lo aqui =D. Hoje tem 5 anos que eu escrevi o texto.Onde está você?
Onde está você?
Quero saber
Meu corpo pede,
O seu não responde
Minha boca pede teu beijo
Meu corpo pede teu abraço
Meu nariz pede teu cheiro
Meus ouvidos pedem sua voz
Meus olhos pedem tua imagem
Minhas mãos pedem tua pele
Todo meu corpo clama por tua presença
Minha mente só se ocupa com tuas lembranças
Meu coração já não bombeia nada além de saudade
Meus pulmões já não recebem ar com prazer
Todo meu corpo paralisa por não sentir o teu amor de perto
Porém tudo se transforma com tua presença...
Meu coração bate mais rápido
Meus pulmões se impregnam do teu doce perfume
Meus olhos brilham enquanto minha boca sacia a vontade de beijar-te
Meus ouvidos de ouvir-te
Aproveitando as horas, que passam como segundos,
Do teu corpo em meus braços.
Autora: Gabi Loka (com 15 anos - 2005 )
domingo, 12 de abril de 2009
Mude - Pedro Bial
Mude
Pedro Bial
Mude.
Mas comece devagar,
porque a direção é mais importante que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa.
Mais tarde, mude de mesa.
Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua.
Depois, mude de caminho, ande por outras ruas,
c a l m a m e n t e,
observando com atenção os lugares por onde você
passa.
Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os teus sapatos velhos. Procure andar descalço
alguns dias.
Tire uma tarde inteira pra passear livremente na
praia, ou no parque,
e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda.
Durma do outro lado da cama...
depois, procure dormir em outras camas.
Assista a outros programas de TV, compre outros
jornais... leia outros livros.
Viva outros romances.
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a n0v1d4d3.
Durma mais tarde. Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Corrija a postura. [!]
Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes,
novos temperos, novas cores, novas delícias.
Tente o novo todo dia,
o novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo
jeito, o novo prazer, o novo amor, a nova VIDA.
Tente.
Busque novos amigos.
Tente novos amores.
Faça novas relações.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes,
tome outro tipo de bebida, compre pão em outra
padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado... outra marca de sabonete,
outro creme dental...
tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores
Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de malas,
troque de carro, compre novos óculos, escrevas outras
poesias.
Jogue fora os velhos relógios,
quebre d e l i c a d a m e n t e esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros
teatros, visite novos museus.
Mude.
Lembre-se que a vida é uma só.
E pense seriamente em arrumar um novo emprego,
uma nova ocupação, um trabalho mais light, mais
prazeroso,
mais digno, mais humano.
Se você não encontrar razões para ser LIVRE,
invente-as.
Seja cRi4tIv0. [!]
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa,
longa,
se possível sem destino.
Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores
e coisas piores do que as já conhecidas.
Mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança, o movimento, o
dinamismo, a energia.
Só o que está morto não muda!
domingo, 18 de janeiro de 2009
Como ondas - poesia

Como ondas
Vai e volta
Chega manso
Chega quebrando
Partindo meu coração
Sua água salgada
Tempera meus olhos
E molha meu rosto
Deixando exposto
O que não quero mostrar
Me escondo e corro
Sem escapar
Nessa praia
Não quero ficar
Brutas ondas
Batem no peito
Não tem jeito
Vou me molhar
Nesse rio que escorre
Dos olhos pro mar
Seco-me no riso
Esperando que isso
Faça mudar
A força das ondas
Desse bruto mar
Deixando-me segura
Pra nadar
Naquilo que um dia
Me fez chorar.
Gabi loka
(14/09/05)
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Alfabeto de Pedro Bial

A primeira letra do alfabeto é também a primeira letra da palavra "amor" e se acha importantíssima por isso!
Com B se diz "belo" - que é tudo que faz os olhos pensarem ser coração; e se dá a "bênção", um sim que pretende dar sorte.
Com C, "calendário", que é onde moram os dias e o "carnaval", esta oportunidade praticamente obrigatória de ser feliz com data marcada.
Com D , se chega à "dedução", o caminho entre o "se" e o "então"...
e tem o E de "efêmero", quando o eterno passa logo; de "escuridão", que é o resto da noite, se alguém recortar as estrelas; e "emoção", um tango que ainda não foi feito.
F é para "fantasia", qualquer tipo de "já pensou se fosse assim?"; "fábula", uma história que poderia ter acontecido de verdade, se a verdade fosse um pouco mais maluca; e "fé", que é toda certeza que dispensa provas.
A sétima letra do alfabeto é G, que fica irritadíssima quando a confundem com o J. G de "grade", que serve para prender todo mundo - uns dentro, outros fora;
sentimento, tudo isso ao mesmo tempo.
Depois vem o H de "história": quando todas as palavras do dicionário ficam à disposição de quem quiser contar qualquer coisa que tenha acontecido ou sido inventada.
o I de "idade", aquilo que você tem certeza que vai ganhar de aniversário, queira ou não queira.
J de "janela", por onde entra tudo que é lá fora e de "jasmim", que tem a sorte de ser flor e ainda tem a graça de se chamar assim.
L de "lá", onde a gente fica pensando se está melhor ou pior do que aqui; de "lágrima", sumo que sai pelos olhos quando se espreme o coração, de "loucura", coisa que quem não tem só pode ser completamente louco.
M de "madrugada", quando vivem os sonhos...
N de "noiva", moça que geralmente usa branco por fora e vermelho por dentro.
O de "óbvio", não precisa explicar...
P de "pecado", algo que os homens inventaram e então inventaram que foi Deus que inventou.
Q, tudo que tem um não sei quê de não sei quê.
e R, de "rebolar", o que se tem que fazer pra chegar lá.
S é de "sagrado", tudo o que combina com uma cantata de Bach; de "segredo", aquilo que você está louco pra contar; de "sexo": quando o beijo é maior que a boca.
T é de "talvez", resposta pior que ´não`, uma vez que ainda deixa, meio bamba, uma esperança... de "tanto", um muito que até ficou tonto... de "testemunha": quem por sorte ou por azar, não estava em outro lugar.
U de "ui", um "ai" que ainda é arrepio; de "último", que anuncia o começo de outra coisa; e de "único": tudo que, pela facilidade de virar nenhum, pede cuidado.
Vem o V, de "vazio", um termo injusto com a palavra nada; de"volúvel", uma pessoa que ora quer o que quer, ora quer o que querem que ela queira.
e chegamos ao X, uma incógnita... X de "xingamento", que é uma palavra ou frase destinada a acabar com a alegria de alguém; e de "xô", única palavra do dicionário das aves traduzida para o
português.
Z é a última letra do alfabeto, que alcançou a glória quando foi usada pelo Zorro... Z de "zaga", algo que serve para o goleiro não se sentir o único culpado; de "zebra", quando você esperava liso e veio listrado; e de "zíper", fecho que precisa de um bom motivo pra ser aberto; e de "zureta", que é como fica a cabeça da gente ao final de um dicionário inteiro.
Trem de ferro - Manuel Bandeira
Trem de ferro
Café com pão
Café com pão
Café com pão
Virge Maria que foi isso maquinista?
Agora sim
Café com pão
Agora sim
Voa, fumaça
Corre, cerca
Ai seu foguista
Bota fogo
Na fornalha
Que eu preciso
Muita força
Muita força
Muita força
(trem de ferro, trem de ferro)
Oô...
Foge, bicho
Foge, povo
Passa ponte
Passa poste
Passa pasto
Passa boi
Passa boiada
Passa galho
Da ingazeira
Debruçada
No riacho
Que vontade
De cantar!
Oô...
(café com pão é muito bom)
Quando me prendero
No canaviá
Cada pé de cana
Era um oficiá
Oô...
Menina bonita
Do vestido verde
Me dá tua boca
Pra matar minha sede
Oô...
Vou mimbora vou mimbora
Não gosto daqui
Nasci no sertão
Sou de Ouricuri
Oô...
Vou depressa
Vou correndo
Vou na toda
Que só levo
Pouca gente
Pouca gente
Pouca gente...
(trem de ferro, trem de ferro)
(Manuel Bandeira, 1936)
domingo, 26 de outubro de 2008
I wish I knew how would it feel...
Achei esse texto [ou poema ou musica] nas minhas coisas e achei legal colocar aqui. Uma pena que eu num sei quem escreveu =/ [essa foto lembra o Cristo rs]How sweet it would be if I found I could fly
ONe life but were're not the same
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Escrevo [poesia]
Essa poesia é minha. Escrevi ano passado ^^, achei e resolvi colocar aqui.E não quero parar
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
A ESTRELA - M. Bandeira
A ESTRELAVi uma estrela tão alta,
Vi uma estrela tão fria!
Vi uma estrela luzindo
Na minha vida vazia.
Era uma estrela tão alta!
Era uma estrela tão fria!
Era uma estrela sozinha
Luzindo no fim do dia.
Por que da sua distância
Para a minha companhia
Não baixava aquela estrela?
Por que tão alto luzia?
E ouvi-a na sombra funda
Responder que assim fazia
Para dar uma esperança
Mais triste ao fim do meu dia.
Manuel Bandeira
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Enquanto a Chuva Cai - Manuel Bandeira
Enquanto a Chuva CaiA chuva cai. O ar fica mole . . .
Indistinto . . . ambarino . . . gris . . .
E no monótono matiz
Da névoa enovelada bole
A folhagem como o bailar.
Torvelinhai, torrentes do ar!
Cantai, ó bátega chorosa,
As velhas árias funerais.
Minh'alma sofre e sonha e goza
À cantilena dos beirais.
Meu coração está sedento
De tão ardido pelo pranto.
Dai um brando acompanhamento
À canção do meu desencanto.
Volúpia dos abandonados . . .
Dos sós . . . — ouvir a água escorrer,
Lavando o tédio dos telhados
Que se sentem envelhecer . . .
Ó caro ruído embalador,
Terno como a canção das amas!
Canta as baladas que mais amas,
Para embalar a minha dor!
A chuva cai. A chuva aumenta.
Cai, benfazeja, a bom cair!
Contenta as árvores! Contenta
As sementes que vão abrir!
Eu te bendigo, água que inundas!
Ó água amiga das raízes,
Que na mudez das terras fundas
Às vezes são tão infelizes!
E eu te amo! Quer quando fustigas
Ao sopro mau dos vendavais
As grandes árvores antigas,
Quer quando mansamente cais.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Dança [poesia]
Essa aqui é minha poesia. Já faz um tempo que eu escrevi ^^ Eu escrevi pensando mais especificamente zouk [que eu dançava na época], mas ao mesmo tempo tentei deixar livre pra se encaixar com qualquer dança.DançaBy: Gabi Loka
Uma batida
Alguns passos
Um corpo junto ao meu
Movimentos ritmados
Respiração
Meu corpo junto ao teu
Teus braços me guiam
Nos pés o ritmo
Tuas mãos em minha cintura
Pernas entrelaçadas
Num ritmo frenético
Rodamos a salão
No balanço sensual
Guiado por suas mãos
Movimentos sincronizados
Com a batida feroz
Ritmo acelerado
Movimentos velozes
Um suspiro de cansaço
E suor
A batida parou
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Poesia na praia
Uma linhaA foto é da propria praia!! =D
No tempo
Um traço
Um momento
Entre o tempo e o siliencio
Um horizonte tao longe
Um oceano tao profundo
Todo momento num segundo
Uma cabeça cheia de pensamentos
Um lugar repleto de silencio
Pessoas que passam
Sempre passam
Pessoas que ficam
Aqui e ali
Bem longe.
Tranquilidade.
Sim, breve momento de paz
De baixo desse ceu azul com poucas nuvens
Perto dessa agua tranquila
Aquecida por esse sol fraco
Uma linha no tempo
Um poema na linha
Um momento na minha vida
by: Gabi Loka
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Epitáfio - o que importa na vida
Simplesmente porque num fim de tudo o que importa mesmo sao as coisas simples da vida!! E essa musica representa bem isso!
Devia ter amado mais.
Ter chorado mais.
Ter visto o sol nascer.
Devia ter arriscado mais,
e até errado mais.
Ter feito o que eu queria fazer.
Queria ter aceitado
as pessoas como elas são.
Cada um sabe a alegria,
e a dor que traz no coração.
O acaso vai me proteger...
Enquanto eu andar distraído...
O acaso vai me proteger...
Enquanto eu andar...
Devia ter complicado menos,
trabalhado menos
Ter visto o sol se por...
Devia ter me importado menos,
com problemas pequenos...
Ter morrido de amor!
Queria ter aceitado
a vida como ela é,
A cada um cabe alegrias,
e a tristeza que vier.
O acaso vai me proteger,
enquanto eu andar distraído...
O acaso vai me proteger,
enquanto eu andar...
Devia ter complicado menos...
trabalhado menos...
Ter visto o sol se por.
Titãs - 2002
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Que sentimento é esse?
Que isso que me rouba o sorriso e a alegria?
Nao me sinto bem nem a vontade comigo!
Sentimento inoportuno! Miseravel!
Que rouba tudo!
Tempo, amizades,
Momentos...
Me traz pensamentos desagradaveis!
Que tempo é esse que nao passa?
E esse sentimento que nao vai nunca embora!
Lua e sol passam...
E eu aqui
com essa coisa que nao me deixa ser feliz
Conto o tempo
Conto com o tempo
E me deixe assim pra sempre.
Entao se voce achar meu sorriso que perdi
Por favor me devolva!
Preciso muito dele...
sábado, 9 de fevereiro de 2008
A marca de uma lágrima - Pedro Bandeira
Minha amiga me contou desse poema e eu gostei, procurei e aqui coloquei. Sem ideia
Quero escrever!!Mas falta ideia, assunto. Faltam palavras.
E um pouco de criatividade.
Mas a vontade eh grande.
Saudade!
Saudade de escrever poemas quase todo dia por quase qualquer motivo.
Tudo era inspiração.
Inspiração que agora falta!
E por mais que me sobre vontade, ainda me falta ideia!
Mas a vontade ta muita.
E eh esse o motivo de escrever sobre não ter o que escrever!
Você me entende?
É quase como querer conversar e não ter ninguém.
Ou ter alguem e não ter assunto.
Silencio.
No lugar e na mente.
Palavras.
Muitas palavras.
Ideias.
Poucas ideias.
Criatividade.
Nem tanto...
By: Gabi Loka
sábado, 26 de janeiro de 2008
Flocos de neve
e em seguida muitos outros
e de repente quando se olha o horizonte ta branco!
caem com uma levesa
que qualquer brisa muda sua direção!
flocos de neve bem branquinho e gelado
caem sem parar
deixando a cidade calma e silenciosa
ate um pouco fria e vazia
cada floco em uma direção
cada floco em sua velocidade
sem pressa
calmos e brancos
todos juntos
caem
um simples movimento do vento muda o destino do floco
eles passam por mim
eles caem assim
eles nao param de cair.
mas eu ainda olho um ou dois flocos de neve
que nunca seram iguais...







